A Assembleia Municipal de Fafe reuniu a 29 de dezembro para, entre outros assuntos, aprovar as grandes opções do Plano e Orçamento para 2023 e, pela primeira vez neste mandato, a sessão presidida por Raúl Cunha foi transmitida em direto, através do sítio do Município.
Uma medida que pretende aproximar os munícipes deste órgão municipal e que agradou aos diferentes partidos, e movimentos. Foi, apenas, questionado o preço do serviço assegurado por uma empresa que alocou para o local diversos meios por 1300 euros, segundo informou o presidente da Câmara, depois de questionado por deputados, argumentando que o Município ainda não dispõe de meios para assegurar a transmissão e teve de contratar quem o fizesse.
Na manhã seguinte à assembleia, a gravação ainda esteve disponível e foi partilhada na internet, mas, à tarde, foi removida do YouTube onde se encontrava alojada, não ficando mais disponível para consulta. Também pelo sítio do Município não voltou a ser vista, levando o líder do PSD a usar as redes sociais para pedir explicações. “No Município de Fafe, terminamos o ano de 2022 com o esforço de abrir um canal de participação, de compromisso para com os fafenses, através da primeira transmissão das sessões da Assembleia Municipal de Fafe neste mandato. Contudo, surpreendentemente, ou não, começamos o Novo Ano com a remoção do vídeo do website do Município” escreveu Rui Novais da Silva.
Questionado pelo NF, o Município garante que “de forma alguma se opõe à disponibilização da gravação no sítio www.cm-fafe.pt e nunca houve intenção de contrariar regulamentos, tão só seguir a orientação do EPD que se elabora em consonância com as orientações da CNPD. Independentemente deste parecer, a Câmara não se opõe à sua disponibilização, não vendo nenhum problema em estar no site” sublinhando “que nenhum cidadão está impedido de aceder, consultar e visionar a referida gravação”.
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