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Há muito que defendemos mais transparência, isenção, imparcialidade e formação adequada a
quando da contratação do corpo docente para todos os cargos no Município.
Quer sejam concursos, ou contratação direta, de forma a evitar; favoritismos, nepotismo,
corrupção e qualquer forma de discriminação ou injustiça no processo de seleção.
Com isto, pretendemos que a transparência ajude a garantir que as contratações sejam feitas
com base em critérios justos e objetivos, promovendo a igualdade de oportunidades e a
eficiência de todos os serviços do Município.
Com um executivo Camarário com cerca de 814 funcionários, sem contar com os funcionários
das empresas subcontratadas pelo Município, o que dá um rácio de 1 funcionário para cada 58
habitantes.
Por tudo isto, era expectável que fossem capazes de gerir eficazmente os recursos humanos e
financeiros, garantindo a prestação eficiente de serviços públicos á comunidade na promoção
de politicas e iniciativas que visem o desenvolvimento sustentável e o bem-estar geral do
Município.
São tantos os exemplos de má gestão, incapacidade, irresponsabilidade, que se os fosse nomear
aqui, não teríamos espaço suficiente.
Era importante e pertinente perceber por exemplo; como é feita a contratação dos funcionários
que asseguram o transporte escolar; que qualificações têm?
A fim de se evitarem episódios como o da criança esquecida no autocarro escolar em Silvares S.
Clemente.
Que tipo de requisitos, têm que preencher para serem contratados, como é feita essa seleção e
posterior contratação, têm algum tipo de formação antes e durante o tempo de serviço?
Estas e outras perguntas pertinentes, é o que qualquer cidadão de bem deveria de fazer.
O pavilhão da escola Carlos Teixeira, alguém se deu ao trabalho de ir fiscalizar no decorrer da
obra, ou só lá foram no dia da inauguração?
Deram passe gratuito aos idosos, alguém se certificou se teriam autocarros nas suas aldeias para
poderem usufruir do serviço, ou foi apenas mais uma medida populista deste executivo?
Vai ser construído um novo hotel, não estamos contra o progresso, tão necessário para a nossa
cidade.
Apenas não se pode descurar nem desvalorizar setores tão importantes num estado
democrático, como a saúde, educação e justiça
Remodelou-se o espaço exterior do tribunal, e o interior das instalações, esse ficou esquecido,
e o bem-estar de quem lá trabalha, não se pode começar uma obra pelo telhado, sem antes
construir as suas fundações.
Há obras mais urgentes no nosso Município, como por exemplo; um novo hospital que possa
garantir o atendimento a toda a população com dignidade.
Uma piscina Municipal, capaz de acolher atletas e garantir as condições mínimas a todos os
atletas que lá treinam e levam o bom nome de Fafe além-fronteiras, e de todos os munícipes
que queiram usufruir das suas instalações.
E por fim mas não menos importante, é urgente dar dignidade a todos os feirantes.
Desocuparam um edifício, deixaram-no ao abandono, e transformaram um local de laser num
edifício comercial, ao qual deram o nome de mercado Municipal.
Não tiveram nenhum respeito nem consideração por quem vive do seu trabalho.
È necessário olhar para o futuro sim, mas sem nunca esquecermos de onde viemos, e não
cometer erros como os do atual executivo.
Governar sim, mas em prol dos munícipes, e não em prol de uma elite.
Eva Rodrigues- Chega



