More
    InícioOpiniãoModeração na política

    Moderação na política

    Published on

    spot_img

    O Dr. Nuno Melo, Presidente do CDS-PP, publicava há dias nas suas redes sociais, uma frase de um dos fundadores do Partido, Adelino Amaro da Costa, que ensinava que “a moderação na política, serve-se de mudança, para evitar a ruptura”.

    Nos momentos que vivemos, fazem todo o sentido estas palavras.

     Num momento em que, após as eleições legislativas, verificamos o crescimento de partidos que pretendem apenas criar fracturas, e abrir feridas na sociedade Portuguesa, para alimentar o seu crescimento, a mudança com o regresso do CDS-PP à Assembleia da República, traz moderação responsabilidade e sentido de Estado.

    Assistimos ao crescimento do populismo, em que de manhã se diz uma coisa, e à tarde o seu contrário, em função do que as pessoas querem ouvir, como se se tratasse de uma conversa de café.

    Nesta medida, estou esperançoso, com o regresso do CDS-PP à Assembleia da República, por ser o único partido de Direita, que sem populismos, representa e defende as causas da Direita a nível social, económico e de costumes, e que apresenta soluções para os problemas dos Portugueses, com base na sua visão de direita democrática, pondo assim uma barreira ao crescimento dos populismos à direita.

    Durante muitos anos, se haviam partidos extremistas, radicais e populistas à esquerda, não o haviam à direita, porque o CDS-PP era uma barreira a esse crescimento, uma vez que, defendia sem populismos as verdeias causas da direita, colocando o centro do debate político e das soluções, naquilo que verdadeiramente interessa à resolução dos problemas dos Portugueses, tendo como eixo da roda o “respeito pelo humanismo personalista e democrata-cristão, aberto a correntes conservadoras e liberais, que recebemos de legado.”

    O que é ser então de direita? Porque acredito nos valores de direita? Porque voto à direita? E porque é que o CDS-PP é único partido de Direita na sua plenitude?

    Sou de direita e do CDS-PP, porque acredito na economia liberal, nos valores cristãos no social, e sou conservador nos costumes.

    Acredito na economia liberal, que tem como motor a iniciativa privada e em que o Estado deve ter uma intervenção mínima. O Estado deve ser a tal mão invisível que falava Adam Smith. Deve intervir no estritamente necessário e votar-se ao papel de fiscalizador e regulador. Acredito no elevador social, em que cada individuo, com o seu esforço e trabalho, recebe a sua recompensa. Não acredito na igualização da pobreza, como defende a esquerda, em que conduz a sociedade até um ponto, em que o que tem para distribuir é pobreza dos menos pobres aos mais pobres, até ficarem todos igualizados na condição de pobre. A história isto nos tem demonstrado, e é incontrolável nas sociedades governadas pela esquerda.

    Sou de Direita, e do CDS-PP, porque apesar de acreditar numa economia liberal, acredito no papel social do Estado, para aqueles que verdadeiramente precisam de ajuda, para entrarem no elevador social. Ninguém deve ficar para trás por falta de meios económicos. Acredito na doutrina social da igreja como modelo de ajuda aos mais desfavorecidos.

    Sou de direita, e do CDS-PP, porque sou conservador nos costumes. Acredito nos valores da família como base da sociedade, como porto seguro do individuo. Acredito no valor da vida, como o bem jurídico supremo. Não acredito na ideologia de género, que quer por decreto contrariar o direito natural. Isto sem preconceitos de orientação sexual, porque uma coisa e outra, são coisas diferentes. Uma coisa é a orientação sexual da cada individuo, outra coisa é por decreto vir dizer que o direito natural não existe, e que não há distinções entre homens e mulheres.

    Muitos dirão que então podia ver-me representado no partido Iniciativa Liberal ou no partido Chega.

    Pois não podia. Desde logo porque, se a Iniciativa Liberal defende o que eu defendo na economia, vota ao lado do bloco de esquerda nas questões dos costumes. Na questão da ideologia de género. Já o Chega não tem preocupações sociais e, generalizando, fala em subsidiodependência, sem cuidar de saber daqueles que realmente precisam. E mesmo nos costumes, não aceita a orientação sexual de cada individuo.

    Por tudo isto, sinto-me novamente representado na Assembleia da República.

    Rui Flórido – CDS-PP

    Destaques

    ‘Cara Linda’ já se ouve em ‘Festa é festa’

    A música ‘Cara Linda’, da banda fafense ‘Os Trastes’, já percorreu o concelho nos...

    A alternativa.

    A aprovação do Plano Nacional de Gestão de Resíduos 2030 e do Plano Estratégico...

    Lutar por outra Europa

    No início do próximo mês haverá eleições para o Parlamento Europeu onde serão eleitos...

    ‘Ireninha do Posto Médico’ celebrou 102 anos

    Irene Novais, conhecida como ‘Ireninha do Posto Médico, por ter trabalhado 37 anos no...

    Outras Notícias

    ‘Cara Linda’ já se ouve em ‘Festa é festa’

    A música ‘Cara Linda’, da banda fafense ‘Os Trastes’, já percorreu o concelho nos...

    A alternativa.

    A aprovação do Plano Nacional de Gestão de Resíduos 2030 e do Plano Estratégico...

    Lutar por outra Europa

    No início do próximo mês haverá eleições para o Parlamento Europeu onde serão eleitos...