Após o apuramento dos resultados globais das eleições legislativas, o Chega foi o grande vencedor dos círculos da emigração, tendo somado mais dois deputados, um no círculo Europeu e um no círculo Fora da Europa, aos 48 já obtidos nos resultados em Portugal. Até ao aparecimento do partido liderado por André Ventura, os emigrantes estavam desacreditados e achavam que a abstenção seria a melhor solução dado o bipartidarismo presente no País. Entretanto este partido despertou o interesse na mudança e na esperança de um dia poderem regressar á sua pátria, considerando o seu voto como um voto de mudança e não de protesto.
Os nossos emigrantes estão bem cientes que o Chega é quem os defende e quem lhes irá permitir ter as devidas condições do regresso, especialmente em países com grande densidade populacional emigrante Portuguesa, nomeadamente na Suíça e no Luxemburgo.
No caso da Suiça, a vitória foi particularmente expressiva dado que o Chega é considerado um partido “normal” de direita, que comparando com algumas medidas e propostas apresentadas em Portugal, lá são parte integrante do ordenamento jurídico suíço e sem que lhe sejam apontadas
com um rótulo de “medidas fascistas”. Em conversas com amigos que habitam precisamente nesse País, estes confiam plenamente no programa do Chega e sabem que André Ventura tem razão, porque na sociedade onde estão plenamente integrados, trabalham e vivem e confirmam que as medidas preconizadas pelo Chega funcionam e criam estabilidade financeira e escolhem André Ventura por ser alguém que confronta o “sistema” e ter coragem de dizer o que muitos pensam, mas poucos ousam falar.
Assim, considero fundamental que este artigo de opinião seja dedicado a todos os emigrantes Portugueses, e em especial aos meus amigos emigrantes que endereço um agradecimento especial por confiarem o seu voto neste partido e permitirem que a mudança esteja em curso, pois são considerados um grande motivo de orgulho para Portugal.
Um bem hajam.
Daniela Queirós Oliveira- Chega



