Em entrevista ao NF, na terça-feira, no Estádio Municipal, o técnico falou da prestação da equipa até ao momento em 2023/24, da falta de golos marcados, dos objetivos, das lesões na equipa, da alteração no sistema nos últimos dois jogos, das diferenças que já vê no dia a dia com o negócio da SAD e da importância do trabalho mental num balneário.
“Pretendemos uma época mais tranquila em tudo o que envolva a equipa do Fafe, porque não tem existido nos últimos anos em Fafe. Uma época mais tranquila, que nos permita ir dando passos e crescendo para um dia mais tarde o Fafe poder ter uma postura diferente perante as expectativas e objetivos do clube.”
“Acho que de toda a gente houve uma forma de tratamento fantástica para com o Ricky. Não se pode abandonar uma pessoa num momento destes.”
“Enquanto treinador, acredito que se tivermos a capacidade de dominar duas ou três estruturas como equipa, saímos a ganhar, porque uma das formas mais fáceis de mexer, mesmo no decorrer do jogo, tem a ver com alteração de estrutura. (…) As pessoas não veem os treinos, mas ninguém pode apontar a estes jogadores a dedicação e a entrega no que fazem.”
“Entrada de investidores? É um tema delicado, porque as coisas ainda não estão efetivadas. Ainda não há “preto no branco”. Do ponto de vista financeiro, não temos as dificuldades de receber ao dia certo, ou perto do dia. Acabamos por ter mais condições. (…) Mas ainda não é possível falar de forma efetiva, por isso é um pouco complicado.”
Para ler, na íntegra, na edição 606, já nas bancas esta 6.ª feira e disponível aos assinantes online.



