Chegou em 2014, sai em 2023. Quatro épocas como jogador. Uma e meia como adjunto. Três e meia como treinador. Primeiro, marcou pelos golos e pela entrega em campo. Depois, defendeu e comandou o Arões SC a partir do banco. Das alegrias às tristezas, passando pelas dificuldades, pelas duas subidas aos nacionais, títulos distritais e descidas, Zézé fala ao NF, em entrevista, de um percurso que o marcou em Arões.
Entrevista para ler, na edição 584 do NF, já nas bancas esta 6.ª feira e disponível aos assinantes online.



